O Siran (Sindicato Rural da Alta Noroeste) nasceu no dia 25 de outubro de 1942, do pioneirismo dos produtores rurais, responsáveis direto pelo desenvolvimento da cidade e que tinham uma visão do futuro.
Num primeiro momento, o grupo formou a Associação de Invernistas e Criadores da Alta Noroeste, com o fim de constituir uma sociedade para a defesa dos interesses da classe, tendo sido então escolhida por aclamação a diretoria liderada por Carlos Soares de Castro.
Passado um pouco mais de um mês, o grupo percebeu que deveria ampliar o raio de ação e não podiam representar somente a pecuária, mas também o setor agrícola.
Por isso, em 8 de novembro de 1942, foi fundada a Aran (Associação Rural da Alta Noroeste), mantendo esta denominação até 1964, na gestão de José Ferreira Maia (Juquinha), quando foi percebido que a entidade poderia ter mais poderes e precisava avançar de acordo com os novos rumos do país. Neste instante aqulea associação, que começou com grupo de invernistas se transformou no Siran (Sindicato Rural da Alta Noroeste), entidade sólida com a finalidade de ampliar a representatividade e defesa dos setores da agorpecuária.
O Siran foi efetivamente reconhecido em 1965, mais precisamente no dia 28 de maio, pelo Ministério do Trabalho e Previdência Social, no início da gestão de Orlando Tedeschi. O Siran estava estabelecido em sede própria, na rua Carlos Gomes, adquirido na gestão de Donald Wilfred Strang (1959-1960).
De lá para cá, o Siran vem desenvolvendo um trabalho de união entre os produtores rurais, somando esforços com o objetivo de defender a classe produtiva, razão pela qual sempre fez com sucesso.
Na década de 1970, durante a gestão de Manoel Afonso de Almeida (1973-1975), foi adquirido um terreno, na rua Oscar Rodrigues Alves, para que pudesse ser erguida uma nova sede, do tamanho e importância do Sindicato.
As obras foram iniciadas somente em 1984, na gestão de Birajá Soares Vasconcelos, sendo o edifício inaugurado em 1987, na gestão do presidente Carlos Olinto Brandão.
O Siran representa hoje produtores de Araçatuba, Santo antônio do Aracanguá, Guararapes, Nova Luzitânia, Gabriel Monteiro, Gastão Vidigal e Rubiácea. A entidade é uma referência na prestação de serviços para a classe produtiva rural, quer seja na área de assessoria e orientação, bem como de representatividade na luta dos interesses de seus associados.
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